
Filha do Pai

Se na sua vida você sente que:
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Algo não vai bem, apesar de todos os seus esforços;
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Está correndo contra o tempo;
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Tem dificuldade de relaxar;
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Prioriza mais o trabalho que os relacionamentos;
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Está exausta;
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É mais objetiva, racional e prática.
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Não tem paciência com o tempo e jeito do outro;
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Não consegue se aprofundar nos seus relacionamentos íntimos;
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É crítica, dura e exigente consigo mesma;
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Impõe suas vontades e se sente contrariada quando tem que ceder;
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Se sente uma "mulher masculina";
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Se relaciona com homens mais "femininos" que você;
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Se identifica como uma mulher mais prática que não gosta de "mimimi";
ESSE CURSO É PARA VOCÊ!
As Filhas do Pai são mulheres seguras, decididas e fortes,
o que falta-lhes é leveza, sutileza e fé.
A Filha do Pai, uma mulher de ferro que abusa de si mesma.
Uma mulher cujas feridas da vida foram camufladas por uma vida agitada e cheia de afazeres. São tantas as camadas que a impedem de entrar em contato com o que está mais profundo, com o que realmente sente, que ela vai passando pela vida com pressa e como um trator.
Dura, “segura”, decidida e forte, mas sem leveza, sutileza e fé.
Sem fé não em si, em si ela se garante.
Sem fé no outro.
Sem fé nos laços, porque para ela, relacionamento é nó. É conflito, guerra, disputa, sedução, jogo, persuasão, traição.
Intelectualmente ela se garante, mas nos relacionamentos... aliás, ela tem um conceito bem lógico e alinhado sobre o amor, mas na prática… Porque esse é o único terreno que ela não pode dominar, controlar, e quando está lá, com o outro, seu discurso é desmascarado e, antes mesmo de sua máscara de durona cair, ela se ausenta, literalmente ou pelo excesso de coisas a fazer.
Talvez por isso ela "prefira" viver sozinha, mesmo a dois. Afinal de contas, ela se vira bem. Se precisar desentupir o ralo, ela desentope, se precisar dirigir 10 horas sem parar, ela dirige, se precisar trabalhar 12 horas, ela trabalha, se precisar montar um guarda-roupa, ela monta. Porque sim, ela tem uma praticidade e uma força de ação que traz muitos benefícios e lhe garante independência, mas... o ponto é que ela abusa de si mesma.
Porque a leveza está na troca, no pedir ajuda, no reconhecer os limites. E é no relacionamento que essa mulher vai perceber que passou do limite. Como ela vai perceber isso? Sentindo! Na maioria das vezes, sentindo raiva. Raiva que ela vai projetar no outro até, talvez, se dar conta de que essa raiva é sobre todo esse tempo em que negligenciou a si mesma, mesmo tendo um bom ritual de beleza para encobrir a sua ausência de autocuidado profundo, na sua alma.
Uma mulher identificada com o masculino, a que vive na cabeça e tem muita dificuldade de "descer" para o coração, lugar este repleto de sonhos, desejos e vida, morte, vida, morte, vida... de novo, e de novo... mas ela não tolera o fim, e luta para evitar a "morte" que escancara a impermanência e a vulnerabilidade da vida.
A guerreira, a mulher de muitas lutas que evita o seu maior combate: aceitar a sua própria humanidade.
Você se identifica com essa mulher?
Então venha para a imersão Filha do Pai que começa dia 20 de agosto.
Te espero lá!
Informações sobre o curso:
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Serão 6 encontros às quartas-feiras. I As aulas ficarão gravadas e serão disponibilizadas para as participantes.
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Datas: 20, 27/08 e 03, 10 e 17, 24/09 I Horário: das 19:30 às 21:15 (horário de Brasília)
Aula 1 -O Pai Universal
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Filhas do Pai
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Inconsciente Coletivo
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O Pai do inconsciente coletivo
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Figuras arquetípicas
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Arquétipos Masculinos
Aula 2 - O Pai do Sistema Familiar I
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Inconsciente Familiar
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Campo Morfogenético
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Nossos ancestrais
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Herança dos nossos avôs
Aula 3 - O Pai do Sistema Familiar II
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Eu no meu sistema familiar
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Lealdade Familiar
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Eu, meu pai, meus avôs
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Fluxo da vida
Aula 4 - Meu pai em mim
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Inconsciente Pessoal
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Início da vida
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Construção da nossa Identidade
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Sombra
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Caminho Individual
Aula 5 - O Masculino em Mim
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Consciência
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Sistema patriarcal
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Feminino e Masculino
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O retorno ao Lar
Aula 6 - O Masculino encontra o Feminino
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Os opostos se integram
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Ter e Ser em igual medida
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Feedback e fechamento